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Opera em 31 paises (todos os 28 paises da UE mais Islandia, Liechtenstein e Noruega) limita as emissoes de mais de 11.000 instalacoes que utilizam energia pesada (centrais electricas e instalacoes industriais) e as companhias aereas que operam entre estes paises cobrem cerca de 45 emissoes de gases com efeito de estufa da UE. Um sistema de limites maximos e de trocas comerciais O regime de comercio de licencas de emissao da UE funciona com base no principio da limitacao e do comercio. E fixado um limite para a quantidade total de determinados gases com efeito de estufa que podem ser emitidos pelas instalacoes abrangidas pelo sistema. A tampa e reduzida ao longo do tempo para que as emissoes totais caem. Dentro do limite maximo, as empresas recebem ou compram licencas de emissao que podem negociar entre si, conforme necessario. Eles tambem podem comprar quantidades limitadas de creditos internacionais de projetos de poupanca de emissoes em todo o mundo. O limite do numero total de licencas disponiveis assegura que estas tenham um valor. Depois de cada ano uma empresa deve entregar subsidios suficientes para cobrir todas as suas emissoes, caso contrario multas pesadas sao impostas. Se uma empresa reduz suas emissoes, pode manter os subsidios de reposicao para cobrir suas necessidades futuras ou entao vende-los para outra empresa que esta aquem de subsidios. Trading traz flexibilidade que garante que as emissoes sao cortadas onde custar menos para faze-lo. Um preco robusto do carbono tambem promove o investimento em tecnologias limpas e de baixo carbono. Principais caracteristicas da fase 3 (2013-2020) O RCLE-UE esta agora na sua terceira fase, significativamente diferente das fases 1 e 2. As principais alteracoes sao: Um limite unico a nivel da UE para as emissoes aplica-se ao sistema anterior de bonificacoes nacionais. O leilao e o metodo predefinido para a atribuicao de licencas de emissao (em vez da atribuicao gratuita) e as regras de atribuicao harmonizadas aplicam-se as licencas ainda concedidas De forma gratuita Mais sectores e gases incluiu 300 milhoes de licencas reservadas na Reserva de Novos Participantes para financiar a utilizacao de tecnologias inovadoras de energia renovavel e captura e armazenamento de carbono atraves do programa NER 300 Sectores e gases abrangidos O sistema abrange os seguintes sectores e gases com a Centrar-se nas emissoes que podem ser medidas, comunicadas e verificadas com um elevado nivel de precisao: dioxido de carbono (CO 2) proveniente de sectores industriais que consomem energia e energia, incluindo refinarias de petroleo, siderurgia e producao de ferro, aluminio, metais e cimento , Cal, vidro, ceramica, polpa, papel, cartao, acidos e produtos quimicos organicos a granel aviacao comercial oxido nitroso (N 2 O) da producao De acidos nitrico, adipico e glioxilico e glioxal perfluorocarbonos (PFC) da producao de aluminio A participacao no RCLE-UE e obrigatoria para as empresas destes sectores. Mas em alguns sectores apenas sao incluidas instalacoes acima de um determinado tamanho certas pequenas instalacoes podem ser excluidas se os governos implementarem medidas fiscais ou outras que irao cortar as suas emissoes por um montante equivalente no sector da aviacao, ate 2016 o ETS da UE se aplica apenas aos voos Entre os aeroportos situados no Espaco Economico Europeu (EEE). Realizacao de reducoes de emissoes O ETS da UE provou que a aplicacao de um preco sobre o carbono eo seu comercio podem funcionar. As emissoes provenientes das instalacoes do sistema estao a diminuir, conforme previsto, em cerca de 5 em comparacao com o inicio da fase 3 (2013) (ver numeros de 2015). Em 2020. As emissoes dos sectores abrangidos pelo sistema serao 21 inferiores as de 2005. Desenvolvendo o mercado de carbono Criado em 2005, o ETS da UE e o primeiro e maior sistema internacional de comercio de emissoes, representando mais de tres quartos do comercio internacional de carbono. O RCLE-UE tambem esta a inspirar o desenvolvimento do comercio de emissoes noutros paises e regioes. A UE pretende ligar o RCLE-UE a outros sistemas compativeis. Principais regulamentos do ETS da UE Relatorios do mercado do carbono Revisao do RCLE-UE para a fase 3 Implementacao Legislative History of Directive 200387EC Trabalhos anteriores a proposta da Comissao Proposta da Comissao de Outubro de 2001 Resposta da Comissao a leitura da proposta no Conselho e Parlamento Todas as perguntas Perguntas e Respostas sobre o Sistema de Comercio de Emissoes da UE (Dezembro de 2008) Qual e o objectivo do comercio de emissoes O objectivo do Sistema de Comercio de Licencas de Emissao da UE (EU ETS) e ajudar os Estados - Emissoes de CO2 de forma rentavel. Permitir que as empresas participantes adquiram ou vendam licencas de emissao significa que os cortes de emissoes podem ser alcancados a um custo minimo. O RCLE-UE e a pedra angular da estrategia da UE para combater as alteracoes climaticas. E o primeiro sistema internacional de comercio de emissoes de CO 2 no mundo e esta em funcionamento desde 2005. A partir de 1 de Janeiro de 2008, aplica-se nao so aos 27 Estados-Membros da UE, mas tambem aos outros tres membros do Espaco Economico Europeu Noruega, Islandia e Liechtenstein. Abrange actualmente mais de 10.000 instalacoes nos sectores da energia e da industria que sao colectivamente responsaveis ??por cerca de metade das emissoes de CO 2 da UE e 40 das suas emissoes totais de gases com efeito de estufa. Uma alteracao a Directiva relativa ao regime de comercio de licencas de emissao da UE acordada em Julho de 2008 introduzira o sector da aviacao no sistema a partir de 2012. Como funciona o comercio de direitos de emissao O RCLE-UE e um sistema de comercio maximo, ou seja, , Dentro desse limite, permite que os participantes no sistema comprem e vendam licencas conforme exigirem. Estes subsidios sao a moeda de troca comum no coracao do sistema. Um subsidio da ao titular o direito de emitir uma tonelada de CO 2 ou a quantidade equivalente de outro gas com efeito de estufa. A limitacao do numero total de licencas cria escassez no mercado. No primeiro e no segundo periodos de comercio no ambito do regime, os Estados-Membros tinham de elaborar planos nacionais de atribuicao (PNA) que determinassem o seu nivel total de emissoes de gases com efeito de estufa e o numero de licencas de emissao de cada instalacao no seu pais. No final de cada ano, as instalacoes devem entregar licencas equivalentes as suas emissoes. As empresas que mantem suas emissoes abaixo do nivel de suas licencas podem vender suas licencas excedentes. Aqueles que enfrentam dificuldades em manter as suas emissoes em conformidade com os seus subsidios podem escolher entre tomar medidas para reduzir as suas proprias emissoes, tais como investir em tecnologias mais eficientes ou utilizar fontes de energia menos intensivas em carbono ou comprar as licencas extras de que necessitam no mercado ou Uma combinacao dos dois. Essas escolhas provavelmente serao determinadas por custos relativos. Desta forma, as emissoes sao reduzidas onde for mais rentavel faze-lo. Quanto tempo o sistema de comercio de licencas de emissao da UE tem estado a funcionar O regime de comercio de licencas de emissao da UE foi lancado em 1 de Janeiro de 2005. O primeiro periodo de comercio durou tres anos ate ao final de 2007 e foi uma fase de aprendizagem para preparar o segundo periodo de negociacao crucial. O segundo periodo de comercio comecou em 1 de Janeiro de 2008 e tem uma duracao de cinco anos ate ao final de 2012. A importancia do segundo periodo de comercio decorre do facto de coincidir com o primeiro periodo de compromisso do Protocolo de Quioto, durante o qual a UE e outros Os paises industrializados devem cumprir suas metas para limitar ou reduzir as emissoes de gases de efeito estufa. Para o segundo periodo de comercio, as emissoes do RCLE-UE foram limitadas a cerca de 6,5 abaixo dos niveis de 2005 para ajudar a garantir que a UE no seu conjunto e os Estados-Membros individualmente cumprem os seus compromissos de Quioto. Quais sao as principais licoes aprendidas com a experiencia ate agora O ETS da UE colocou um preco sobre o carbono e provou que o comercio de emissoes de gases com efeito de estufa funciona. O primeiro periodo de comercio estabeleceu com exito a livre negociacao de licencas de emissao em toda a UE, criou a infra-estrutura necessaria e desenvolveu um mercado dinamico de carbono. O beneficio ambiental da primeira fase pode ser limitado devido a atribuicao excessiva de licencas de emissao em alguns Estados-Membros e em alguns sectores, devido principalmente a utilizacao de projeccoes de emissoes antes da disponibilizacao de dados de emissoes verificadas no ambito do RCLE-UE. Quando a publicacao dos dados de emissoes verificadas para 2005 destacou essa sobrealocacao, o mercado reagiu como seria de esperar, reduzindo o preco de mercado das licencas de emissao. A disponibilidade de dados de emissoes verificadas permitiu a Comissao garantir que o limite maximo das dotacoes nacionais durante a segunda fase seja fixado num nivel que resulte em reducoes reais das emissoes. Para alem de sublinhar a necessidade de dados verificados, a experiencia ate agora demonstrou que uma maior harmonizacao no ambito do RCLE-UE e imprescindivel para garantir que a UE atinge os seus objectivos de reducao de emissoes ao menor custo e com distorcoes concorrenciais minimas. A necessidade de uma maior harmonizacao e mais clara no que diz respeito a forma como e fixado o limite maximo das licencas de emissao globais. Os dois primeiros periodos de comercio mostram igualmente que os metodos nacionais de atribuicao de licencas de emissao relativamente as instalacoes ameacam a concorrencia leal no mercado interno. Alem disso, e necessaria uma maior harmonizacao, clarificacao e aperfeicoamento no que se refere ao ambito do sistema, ao acesso aos creditos de projectos de reducao de emissoes fora da UE, as condicoes de ligacao do RCLE-UE aos sistemas de comercio de emissoes noutros locais e ao acompanhamento, Relatorios. Quais sao as principais alteracoes ao RCLE-UE e a partir de quando serao aplicaveis? As alteracoes de concepcao acordadas serao aplicaveis ??a partir do terceiro periodo de comercio, ou seja, Janeiro de 2013. Embora os trabalhos preparatorios sejam iniciados imediatamente, as regras aplicaveis ??nao mudarao ate Janeiro de 2013 Para garantir que a estabilidade regulatoria e mantida. O RCLE-UE no terceiro periodo sera um sistema mais eficiente, mais harmonizado e mais justo. O aumento da eficiencia e conseguido atraves de um periodo de comercio mais longo (8 anos em vez de 5 anos), um limite de emissoes robusto e anualmente em declinio (21 em 2020 comparado com 2005) e um aumento substancial do leilao (de menos de 4 Na fase 2 para mais da metade na fase 3). Foi acordada uma maior harmonizacao em muitos dominios, nomeadamente no que diz respeito a fixacao de limites (um limite maximo a nivel da UE em vez dos limites nacionais nas fases 1 e 2) e as regras aplicaveis ??a atribuicao transitoria de licencas de emissao. A equidade do sistema foi substancialmente aumentada pela adopcao de regras de atribuicao de licencas gratuitas a nivel da UE para instalacoes industriais e pela introducao de um mecanismo de redistribuicao que autoriza os novos Estados-Membros a licitar mais licencas. Como se compara o texto final a proposta inicial da Comissao Os objectivos em materia de clima e energia acordados pelo Conselho Europeu da Primavera de 2007 foram mantidos e a arquitectura global da proposta da Comissao sobre o RCLE-UE permanece intacta. Ou seja, havera um limite maximo a nivel da UE sobre o numero de licencas de emissao e este limite diminuira anualmente ao longo de uma linha de tendencia linear, que continuara para alem do final do terceiro periodo de comercio (2013-2020). A principal diferenca em relacao a proposta e que o leilao de licencas sera introduzido mais lentamente. Quais sao as principais alteracoes em relacao a proposta da Comissao Em resumo, as principais alteracoes introduzidas na proposta sao as seguintes: Certos Estados-Membros podem beneficiar de uma derrogacao facultativa e temporaria a regra de nao atribuicao gratuita de licencas de emissao Aos produtores de electricidade a partir de 2013. Esta opcao de derrogacao esta a disposicao dos Estados-Membros que satisfacam determinadas condicoes relacionadas com a interconectividade da sua rede electrica, a quota de um unico combustivel fossil na producao de electricidade ea GDPcapita em relacao a media da UE-27. Alem disso, o montante das licencas de emissao gratuitas que um Estado-Membro pode atribuir as centrais electricas limita-se a 70% das emissoes de dioxido de carbono das instalacoes pertinentes na fase 1 e diminui nos anos subsequentes. Alem disso, a atribuicao gratuita na fase 3 so pode ser atribuida a centrais electricas que estejam operacionais ou em construcao ate ao final de 2008. Ver resposta a questao 15 infra. Havera mais pormenores na directiva sobre os criterios a utilizar para determinar os sectores ou subsectores considerados expostos a um risco significativo de fuga de carbono. E uma data anterior a publicacao da lista das Comissoes de tais sectores (31 de Dezembro de 2009). Alem disso, sujeito a revisao quando um acordo internacional satisfatorio for alcancado, as instalacoes em todas as industrias expostas receberao 100 licencas gratuitas na medida em que utilizam a tecnologia mais eficiente. A afectacao gratuita a industria esta limitada a percentagem destas emissoes das industrias no total de emissoes entre 2005 e 2007. O numero total de licencas atribuidas gratuitamente as instalacoes dos sectores industriais diminuira anualmente, em conformidade com o declinio do limite das emissoes. Os Estados-Membros podem tambem compensar determinadas instalacoes pelos custos de CO 2 repercutidos nos precos da electricidade se os custos de CO 2 puderem de outro modo os expor ao risco de fuga de carbono. A Comissao comprometeu-se a alterar as orientacoes comunitarias relativas aos auxilios estatais a favor do ambiente a este respeito. Ver resposta a pergunta 15 infra. O nivel de leilao das licencas de emissao para as industrias nao expostas aumentara de forma linear, tal como proposto pela Comissao, mas em vez de atingir 100 ate 2020, chegara a 70, com vista a atingir 100 em 2027. Conforme previsto na proposta da Comissao , 10 das licencas de leilao serao redistribuidas dos Estados-Membros com elevado rendimento per capita para aqueles com baixo rendimento per capita, a fim de reforcar a capacidade financeira destes ultimos para investir em tecnologias favoraveis ??ao clima. Foi adicionado um outro mecanismo redistributivo de 2 licencas de leilao para ter em conta os Estados-Membros que, em 2005, tinham conseguido uma reducao de, pelo menos, 20 em emissoes de gases com efeito de estufa em comparacao com o ano de referencia estabelecido pelo Protocolo de Quioto. A percentagem de receitas de leilao que os Estados-Membros sao recomendados para lutar e adaptar-se as alteracoes climaticas, principalmente na UE, mas tambem nos paises em desenvolvimento, e aumentada de 20 para 50. O texto preve um complemento ao nivel permitido proposto De utilizacao de creditos JICDM no cenario 20 para os operadores existentes que receberam os orcamentos mais baixos para importar e utilizar tais creditos em relacao as dotacoes e ao acesso a creditos no periodo 2008-2012. Novos sectores, novos operadores nos periodos 2013-2020 e 2008-2012 poderao tambem utilizar creditos. Contudo, o montante total dos creditos que podem ser utilizados nao sera superior a 50% da reducao entre 2008 e 2020. Com base numa reducao mais rigorosa das emissoes no contexto de um acordo internacional satisfatorio, a Comissao poderia permitir um acesso adicional as RCE e as URE para Operadores no regime comunitario. Ver resposta a pergunta 20 infra. Os recursos provenientes da venda em leilao de 300 milhoes de licencas da reserva de novos operadores serao utilizados para apoiar ate 12 projectos de demonstracao e captura de carbono e demonstracoes de tecnologias inovadoras em materia de energias renovaveis. Um certo numero de condicoes estao associadas a este mecanismo de financiamento. Ver resposta a pergunta 30 abaixo. A possibilidade de optar por pequenas instalacoes de combustao, desde que sejam objecto de medidas equivalentes, foi alargada a todas as pequenas instalacoes independentemente da actividade, o limiar de emissao aumentou de 10 000 para 25 000 toneladas de CO 2 por ano eo limiar de capacidade As instalacoes de combustao tem de cumprir, alem disso, foi aumentada de 25MW para 35MW. Com estes crescentes limiares, a percentagem de emissoes cobertas que seria potencialmente excluida do sistema de comercio de licencas de emissao torna-se significativa e, por conseguinte, foi acrescentada uma provisao para permitir uma reducao correspondente do limite de licencas de emissao a nivel da UE. No seu PAN para o primeiro (2005-2007) e o segundo (2008-2012) periodos de comercio, os Estados-Membros determinaram a quantidade total de licencas de emissao a emitir e como estas Seriam afectados as instalacoes em causa. Esta abordagem tem gerado diferencas significativas nas regras de atribuicao, criando um incentivo para que cada Estado-Membro favoreca a sua propria industria e conduziu a uma grande complexidade. A partir do terceiro periodo de comercio, havera um limite unico a nivel da UE e as licencas serao atribuidas com base em regras harmonizadas. Os planos nacionais de atribuicao nao serao, pois, necessarios. Como sera determinado o limite de emissoes na fase 3. As regras para o calculo do limite maximo a escala da UE sao as seguintes: A partir de 2013, o numero total de licencas de emissao diminuira anualmente de forma linear. O ponto de partida desta linha e a quantidade total media de licencas de emissao (limite de fase 2) a emitir pelos Estados-Membros para o periodo 2008-2012, ajustada para reflectir o alargamento do sistema a partir de 2013, bem como quaisquer pequenas instalacoes que os Estados-Membros Estados-Membros optaram por excluir. O factor linear pelo qual o montante anual deve diminuir e de 1,74 em relacao ao limite da fase 2. O ponto de partida para a determinacao do factor linear de 1,74 e a reducao global dos gases com efeito de estufa em relacao a 1990, o que equivale a uma reducao em relacao a 2005. No entanto, e necessario uma reducao maior do RCLE-UE porque e mais barato reduzir Emissoes de CO2 nos sectores do RCLE. A divisao que minimiza os custos globais de reducao equivale a uma reducao de cerca de 10 em relacao a 2005 para os sectores nao abrangidos pelo RCLE-UE. A reducao de 2020 em 2020 resulta num limite de ETS em 2020 de um maximo de 1720 milhoes de licencas e implica uma PAC de fase 3 media (2013-2020) de cerca de 1846 milhoes de licencas e uma reducao de 11 em comparacao com o limite de fase 2. Todos os valores absolutos indicados correspondem a cobertura no inicio do segundo periodo de comercio e, por conseguinte, nao tem em conta a aviacao, que sera adicionada em 2012, e outros sectores que serao adicionados na fase 3. Os valores finais para as taxas anuais de emissao Na fase 3 serao determinados e publicados pela Comissao ate 30 de Setembro de 2010. Como sera determinada a cobertura das emissoes para alem da fase 3? O factor linear de 1,74 utilizado para determinar o limite da fase 3 continuara a ser aplicado para alem do final do periodo de comercio em 2020 e determinara o limite para o quarto periodo comercial (2021 a 2028) e para alem deste. Pode ser revisto ate 2025, o mais tardar. De fato, reducoes significativas de emissoes de 60-80 em relacao a 1990 serao necessarias ate 2050 para atingir o objetivo estrategico de limitar o aumento da temperatura media global a nao mais de 2C acima dos niveis pre-industriais. Sera fixado um limite maximo para as licencas de emissao a nivel da UE para cada ano. Isto reduziria a flexibilidade das instalacoes em causa? Nao, a flexibilidade das instalacoes nao sera de modo algum reduzida. Em qualquer ano, as licencas a licitar ea distribuir devem ser emitidas pelas autoridades competentes ate 28 de Fevereiro. A ultima data em que os operadores entregarao licencas de emissao e 30 de Abril do ano seguinte ao ano em que as emissoes ocorreram. Assim, os operadores recebem subsidios para o ano em curso antes de terem de entregar subsidios para cobrir as suas emissoes do ano anterior. Os subsidios permanecem validos durante todo o periodo de negociacao e quaisquer excedentes podem agora ser depositados para utilizacao em periodos de negociacao subsequentes. Nesse aspecto nada mudara. O sistema permanecera baseado em periodos de comercio, mas o terceiro periodo de comercio durara oito anos, de 2013 a 2020, em vez de cinco anos para a segunda fase, de 2008 a 2012. Para o segundo periodo de comercio, os Estados-Membros decidiram, em geral, Quantidades totais de licencas de emissao por ano. A diminuicao linear a cada ano a partir de 2013 correspondera melhor as tendencias de emissoes esperadas durante o periodo. Quais sao os valores anuais provisorios do TCE para o periodo de 2013 a 2020 Os valores provisorios do limite anual sao os seguintes: Estes valores baseiam-se no ambito do RCLE aplicavel na fase 2 (2008 a 2012) e nas decisoes da Comissao sobre a Planos de atribuicao nacionais para a fase 2, no montante de 2083 milhoes de toneladas. Estes numeros serao ajustados por varias razoes. Em primeiro lugar, sera efectuado um ajustamento para ter em conta as extensoes do ambito de aplicacao na fase 2, desde que os Estados-Membros comprovem e verifiquem as suas emissoes resultantes dessas prorrogacoes. Em segundo lugar, sera efectuado um ajustamento no que diz respeito a novas prorrogacoes do ambito do RCLE durante o terceiro periodo de comercio. Em terceiro lugar, qualquer opt-out de pequenas instalacoes ira levar a uma reducao correspondente da PAC. Em quarto lugar, os numeros nao tem em conta a inclusao da aviacao, nem das emissoes da Noruega, da Islandia e do Liechtenstein. Os subsidios ainda serao atribuidos gratuitamente Sim. As instalacoes industriais receberao alocacao livre transitoria. E, nos Estados-Membros elegiveis para a derrogacao facultativa, as centrais electricas podem, se o Estado-Membro assim o decidir, receber igualmente licencas de emissao gratuitas. Estima-se que pelo menos metade dos subsidios disponiveis a partir de 2013 serao leiloados. Embora a grande maioria das licencas de emissao tenha sido atribuida gratuitamente a instalacoes no primeiro e no segundo periodos de comercio, a Comissao propos que o leilao de licencas de emissao se tornasse o principio basico da atribuicao. Isto porque o leilao assegura melhor a eficiencia, transparencia e simplicidade do sistema e cria o maior incentivo para investimentos numa economia de baixo carbono. E melhor cumpre o principio do poluidor-pagador e evita dar lucros inesperados a certos setores que passaram o custo nocional de licencas para seus clientes, apesar de recebe-los gratuitamente. Em 31 de Dezembro de 2010, a Comissao adoptara regras a escala da UE, que serao desenvolvidas ao abrigo de um procedimento de comitologia (comitologia). Estas regras harmonizarao plenamente as dotacoes e, por conseguinte, todas as empresas da UE com actividades identicas ou semelhantes estarao sujeitas as mesmas regras. As regras assegurarao, na medida do possivel, que a alocacao promova tecnologias eficientes em termos de carbono. As regras adoptadas preveem que, na medida do possivel, as dotacoes sejam baseadas nos denominados "benchmarks", e. Um numero de licencas por quantidade de producao historica. Essas regras recompensam os operadores que tomaram medidas rapidas para reduzir os gases com efeito de estufa, reflectem melhor o principio do poluidor-pagador e incentivam mais fortemente a reducao das emissoes, uma vez que as atribuicoes deixariam de depender de emissoes historicas. Todas as dotacoes devem ser determinadas antes do inicio do terceiro periodo de comercio e nao serao permitidos ajustamentos ex post. Quais as instalacoes que irao beneficiar de dotacoes gratuitas e quais nao? Como os impactos negativos sobre a competitividade serao evitados Tendo em conta a sua capacidade de repercutir o aumento do custo dos direitos de emissao, o leilao completo e a regra a partir de 2013 para os produtores de electricidade. No entanto, os Estados-Membros que preencham certas condicoes relativas a sua interconectividade ou a sua quota-parte de combustiveis fosseis na producao de electricidade e PIB per capita em relacao a media da UE-27 tem a opcao de se desviar temporariamente desta regra em relacao as centrais electricas existentes. A taxa de leilao em 2013 deve ser de pelo menos 30 em relacao as emissoes no primeiro periodo e devera aumentar progressivamente para 100 ate 2020. Se a opcao for aplicada, o Estado-Membro deve comprometer-se a investir na melhoria e modernizacao do As infra-estruturas, as tecnologias limpas e a diversificacao do seu conjunto energetico e das suas fontes de abastecimento, na medida do possivel, igual ao valor de mercado da atribuicao gratuita. Em outros sectores, as dotacoes gratuitas serao progressivamente eliminadas a partir de 2013, sendo que os Estados-Membros acordam em iniciar 20 leiloes em 2013, passando para 70 leiloes em 2020, com vista a atingir 100 em 2027. Contudo, sera feita uma excepcao Instalacoes em sectores que se encontrem expostos a um risco significativo de fuga de carbono. This risk could occur if the EU ETS increased production costs so much that companies decided to relocate production to areas outside the EU that are not subject to comparable emission constraints. The Commission will determine the sectors concerned by 31 December 2009. To do this, the Commission will assess inter alia whether the direct and indirect additional production costs induced by the implementation of the ETS Directive as a proportion of gross value added exceed 5 and whether the total value of its exports and imports divided by the total value of its turnover and imports exceeds 10. If the result for either of these criteria exceeds 30, the sector would also be considered to be exposed to a significant risk of carbon leakage. Installations in these sectors would receive 100 of their share in the annually declining total quantity of allowances for free. The share of these industries emissions is determined in relation to total ETS emissions in 2005 to 2007. CO 2 costs passed on in electricity prices could also expose certain installations to the risk of carbon leakage. In order to avoid such risk, Member States may grant a compensation with respect to such costs. In the absence of an international agreement on climate change, the Commission has undertaken to modify the Community guidelines on state aid for environmental protection in this respect. Under an international agreement which ensures that competitors in other parts of the world bear a comparable cost, the risk of carbon leakage may well be negligible. Therefore, by 30 June 2010, the Commission will carry out an in-depth assessment of the situation of energy-intensive industry and the risk of carbon leakage, in the light of the outcome of the international negotiations and also taking into account any binding sectoral agreements that may have been concluded. The report will be accompanied by any proposals considered appropriate. These could potentially include maintaining or adjusting the proportion of allowances received free of charge to industrial installations that are particularly exposed to global competition or including importers of the products concerned in the ETS. Who will organise the auctions and how will they be carried out Member States will be responsible for ensuring that the allowances given to them are auctioned. Each Member State has to decide whether it wants to develop its own auctioning infrastructure and platform or whether it wants to cooperate with other Member States to develop regional or EU-wide solutions. The distribution of the auctioning rights to Member States is largely based on emissions in phase 1 of the EU ETS, but a part of the rights will be redistributed from richer Member States to poorer ones to take account of the lower GDP per head and higher prospects for growth and emissions among the latter. It is still the case that 10 of the rights to auction allowances will be redistributed from Member States with high per capita income to those with low per capita income in order to strengthen the financial capacity of the latter to invest in climate friendly technologies. However, a provision has been added for another redistributive mechanism of 2 to take into account Member States which in 2005 had achieved a reduction of at least 20 in greenhouse gas emissions compared with the reference year set by the Kyoto Protocol. Nine Member States benefit from this provision. Any auctioning must respect the rules of the internal market and must therefore be open to any potential buyer under non-discriminatory conditions. By 30 June 2010, the Commission will adopt a Regulation (through the comitology procedure) that will provide the appropriate rules and conditions for ensuring efficient, coordinated auctions without disturbing the allowance market. How many allowances will each Member State auction and how is this amount determined All allowances which are not allocated free of charge will be auctioned. A total of 88 of allowances to be auctioned by each Member State is distributed on the basis of the Member States share of historic emissions under the EU ETS. For purposes of solidarity and growth, 12 of the total quantity is distributed in a way that takes into account GDP per capita and the achievements under the Kyoto-Protocol. Which sectors and gases are covered as of 2013 The ETS covers installations performing specified activities. Since the start it has covered, above certain capacity thresholds, power stations and other combustion plants, oil refineries, coke ovens, iron and steel plants and factories making cement, glass, lime, bricks, ceramics, pulp, paper and board. As for greenhouse gases, it currently only covers carbon dioxide emissions, with the exception of the Netherlands, which has opted in emissions from nitrous oxide. As from 2013, the scope of the ETS will be extended to also include other sectors and greenhouse gases. CO 2 emissions from petrochemicals, ammonia and aluminium will be included, as will N2O emissions from the production of nitric, adipic and glyocalic acid production and perfluorocarbons from the aluminium sector. The capture, transport and geological storage of all greenhouse gas emissions will also be covered. These sectors will receive allowances free of charge according to EU-wide rules, in the same way as other industrial sectors already covered. As of 2012, aviation will also be included in the EU ETS. Will small installations be excluded from the scope A large number of installations emitting relatively low amounts of CO 2 are currently covered by the ETS and concerns have been raised over the cost-effectiveness of their inclusion. As from 2013, Member States will be allowed to remove these installations from the ETS under certain conditions. The installations concerned are those whose reported emissions were lower than 25 000 tonnes of CO 2 equivalent in each of the 3 years preceding the year of application. For combustion installations, an additional capacity threshold of 35MW applies. In addition Member States are given the possibility to exclude installations operated by hospitals. The installations may be excluded from the ETS only if they will be covered by measures that will achieve an equivalent contribution to emission reductions. How many emission credits from third countries will be allowed For the second trading period, Member States allowed their operators to use significant quantities of credits generated by emission-saving projects undertaken in third countries to cover part of their emissions in the same way as they use ETS allowances. The revised Directive extends the rights to use these credits for the third trading period and allows a limited additional quantity to be used in such a way that the overall use of credits is limited to 50 of the EU-wide reductions over the period 2008-2020. For existing installations, and excluding new sectors within the scope, this will represent a total level of access of approximately 1.6 billion credits over the period 2008-2020. In practice, this means that existing operators will be able to use credits up to a minimum of 11 of their allocation during the period 2008-2012, while a top-up is foreseen for operators with the lowest sum of free allocation and allowed use of credits in the 2008-2012 period. New sectors and new entrants in the third trading period will have a guaranteed minimum access of 4.5 of their verified emissions during the period 2013-2020. For the aviation sector, the minimum access will be 1.5. The precise percentages will be determined through comitology. These projects must be officially recognised under the Kyoto Protocols Joint Implementation (JI) mechanism (covering projects carried out in countries with an emissions reduction target under the Protocol) or Clean Development Mechanism (CDM) (for projects undertaken in developing countries). Credits from JI projects are known as Emission Reduction Units (ERUs) while those from CDM projects are called Certified Emission Reductions (CERs). On the quality side only credits from project types eligible for use in the EU trading scheme during the period 2008-2012 will be accepted in the period 2013-2020. Furthermore, from 1 January 2013 measures may be applied to restrict the use of specific credits from project types. Such a quality control mechanism is needed to assure the environmental and economic integrity of future project types. To create greater flexibility, and in the absence of an international agreement being concluded by 31 December 2009, credits could be used in accordance with agreements concluded with third countries. The use of these credits should however not increase the overall number beyond 50 of the required reductions. Such agreements would not be required for new projects that started from 2013 onwards in Least Developed Countries. Based on a stricter emissions reduction in the context of a satisfactory international agreement . additional access to credits could be allowed, as well as the use of additional types of project credits or other mechanisms created under the international agreement. However, once an international agreement has been reached, from January 2013 onwards only credits from projects in third countries that have ratified the agreement or from additional types of project approved by the Commission will be eligible for use in the Community scheme. Will it be possible to use credits from carbon sinks like forests No. Before making its proposal, the Commission analysed the possibility of allowing credits from certain types of land use, land-use change and forestry (LULUCF) projects which absorb carbon from the atmosphere. It concluded that doing so could undermine the environmental integrity of the EU ETS, for the following reasons: LULUCF projects cannot physically deliver permanent emissions reductions. Insufficient solutions have been developed to deal with the uncertainties, non-permanence of carbon storage and potential emissions leakage problems arising from such projects. The temporary and reversible nature of such activities would pose considerable risks in a company-based trading system and impose great liability risks on Member States. The inclusion of LULUCF projects in the ETS would require a quality of monitoring and reporting comparable to the monitoring and reporting of emissions from installations currently covered by the system. This is not available at present and is likely to incur costs which would substantially reduce the attractiveness of including such projects. The simplicity, transparency and predictability of the ETS would be considerably reduced. Moreover, the sheer quantity of potential credits entering the system could undermine the functioning of the carbon market unless their role were limited, in which case their potential benefits would become marginal. The Commission, the Council and the European Parliament believe that global deforestation can be better addressed through other instruments. For example, using part of the proceeds from auctioning allowances in the EU ETS could generate additional means to invest in LULUCF activities both inside and outside the EU, and may provide a model for future expansion. In this respect the Commission has proposed to set up the Global Forest Carbon Mechanism that would be a performance-based system for financing reductions in deforestation levels in developing countries. Besides those already mentioned, are there other credits that could be used in the revised ETS Yes. Projects in EU Member States which reduce greenhouse gas emissions not covered by the ETS could issue credits. These Community projects would need to be managed according to common EU provisions set up by the Commission in order to be tradable throughout the system. Such provisions would be adopted only for projects that cannot be realised through inclusion in the ETS. The provisions will seek to ensure that credits from Community projects do not result in double-counting of emission reductions nor impede other policy measures to reduce emissions not covered by the ETS, and that they are based on simple, easily administered rules. Are there measures in place to ensure that the price of allowances wont fall sharply during the third trading period A stable and predictable regulatory framework is vital for market stability. The revised Directive makes the regulatory framework as predictable as possible in order to boost stability and rule out policy-induced volatility. Important elements in this respect are the determination of the cap on emissions in the Directive well in advance of the start of the trading period, a linear reduction factor for the cap on emissions which continues to apply also beyond 2020 and the extension of the trading period from 5 to 8 years. The sharp fall in the allowance price during the first trading period was due to over-allocation of allowances which could not be banked for use in the second trading period. For the second and subsequent trading periods, Member States are obliged to allow the banking of allowances from one period to the next and therefore the end of one trading period is not expected to have any impact on the price. A new provision will apply as of 2013 in case of excessive price fluctuations in the allowance market. If, for more than six consecutive months, the allowance price is more than three times the average price of allowances during the two preceding years on the European market, the Commission will convene a meeting with Member States. If it is found that the price evolution does not correspond to market fundamentals, the Commission may either allow Member States to bring forward the auctioning of a part of the quantity to be auctioned, or allow them to auction up to 25 of the remaining allowances in the new entrant reserve. The price of allowances is determined by supply and demand and reflects fundamental factors like economic growth, fuel prices, rainfall and wind (availability of renewable energy) and temperature (demand for heating and cooling) etc. A degree of uncertainty is inevitable for such factors. The markets, however, allow participants to hedge the risks that may result from changes in allowances prices. Are there any provisions for linking the EU ETS to other emissions trading systems Yes. One of the key means to reduce emissions more cost-effectively is to enhance and further develop the global carbon market. The Commission sees the EU ETS as an important building block for the development of a global network of emission trading systems. Linking other national or regional cap-and-trade emissions trading systems to the EU ETS can create a bigger market, potentially lowering the aggregate cost of reducing greenhouse gas emissions. The increased liquidity and reduced price volatility that this would entail would improve the functioning of markets for emission allowances. This may lead to a global network of trading systems in which participants, including legal entities, can buy emission allowances to fulfil their respective reduction commitments. The EU is keen to work with the new US Administration to build a transatlantic and indeed global carbon market to act as the motor of a concerted international push to combat climate change. While the original Directive allows for linking the EU ETS with other industrialised countries that have ratified the Kyoto Protocol, the new rules allow for linking with any country or administrative entity (such as a state or group of states under a federal system) which has established a compatible mandatory cap-and-trade system whose design elements would not undermine the environmental integrity of the EU ETS. Where such systems cap absolute emissions, there would be mutual recognition of allowances issued by them and the EU ETS. What is a Community registry and how does it work Registries are standardised electronic databases ensuring the accurate accounting of the issuance, holding, transfer and cancellation of emission allowances. As a signatory to the Kyoto Protocol in its own right, the Community is also obliged to maintain a registry. This is the Community Registry, which is distinct from the registries of Member States. Allowances issued from 1 January 2013 onwards will be held in the Community registry instead of in national registries. Will there be any changes to monitoring, reporting and verification requirements The Commission will adopt a new Regulation (through the comitology procedure) by 31 December 2011 governing the monitoring and reporting of emissions from the activities listed in Annex I of the Directive. A separate Regulation on the verification of emission reports and the accreditation of verifiers should specify conditions for accreditation, mutual recognition and cancellation of accreditation for verifiers, and for supervision and peer review as appropriate. What provision will be made for new entrants into the market Five percent of the total quantity of allowances will be put into a reserve for new installations or airlines that enter the system after 2013 (new entrants). The allocations from this reserve should mirror the allocations to corresponding existing installations. A part of the new entrant reserve, amounting to 300 million allowances, will be made available to support the investments in up to 12 demonstration projects using the carbon capture and storage technology and demonstration projects using innovative renewable energy technologies. There should be a fair geographical distribution of the projects. In principle, any allowances remaining in the reserve shall be distributed to Member States for auctioning. The distribution key shall take into account the level to which installations in Member States have benefited from this reserve. What has been agreed with respect to the financing of the 12 carbon capture and storage demonstration projects requested by a previous European Council The European Parliaments Environment Committee tabled an amendment to the EU ETS Directive requiring allowances in the new entrant reserve to be set aside in order to co-finance up to 12 demonstration projects as requested by the European Council in spring 2007. This amendment has later been extended to include also innovative renewable energy technologies that are not commercially viable yet. Projects shall be selected on the basis of objective and transparent criteria that include requirements for knowledge sharing. Support shall be given from the proceeds of these allowances via Member States and shall be complementary to substantial co-financing by the operator of the installation. No project shall receive support via this mechanism that exceeds 15 of the total number of allowances (i. e. 45 million allowances) available for this purpose. The Member State may choose to co-finance the project as well, but will in any case transfer the market value of the attributed allowances to the operator, who will not receive any allowances. A total of 300 million allowances will therefore be set aside until 2015 for this purpose. What is the role of an international agreement and its potential impact on EU ETS When an international agreement is reached, the Commission shall submit a report to the European Parliament and the Council assessing the nature of the measures agreed upon in the international agreement and their implications, in particular with respect to the risk of carbon leakage. On the basis of this report, the Commission shall then adopt a legislative proposal amending the present Directive as appropriate. For the effects on the use of credits from Joint Implementation and Clean Development Mechanism projects, please see the reply to question 20. What are the next steps Member States have to bring into force the legal instruments necessary to comply with certain provisions of the revised Directive by 31 December 2009. This concerns the collection of duly substantiated and verified emissions data from installations that will only be covered by the EU ETS as from 2013, and the national lists of installations and the allocation to each one. For the remaining provisions, the national laws, regulations and administrative provisions only have to be ready by 31 December 2012. The Commission has already started the work on implementation. For example, the collection and analysis of data for use in relation to carbon leakage is ongoing (list of sectors due end 2009). Work is also ongoing to prepare the Regulation on timing, administration and other aspects of auctioning (due by June 2010), the harmonised allocation rules (due end 2010) and the two Regulations on monitoring and reporting of emissions and verification of emissions and accreditation of verifiers (due end 2011).Want to Trade for a Living At Day Trade to Win, we turn folks like you who are still playing guessing games into better prepared, educated traders. Are you interested in learning how to day trade, but do not know where to begin Trying to understand different markets, trading software, rules, brokers, and outcomes can be confusing. In addition, understanding the risks and the unpredictable nature of markets is generally not taught. If your goal is to become a day trader, you first priority should be a solid foundation. Many people jump into trading thinking its easy Wrong its not easy and its certainly not for everyone. We provide a real-time learning environment using charts. 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