Genese Do Moderno Sistema De Comercio Internacional




Gênese Do Moderno Sistema De Comércio InternacionalBem-vindo ao SEGA SEGA. SEGA e o logotipo da SEGA sao marcas registradas ou marcas comerciais da SEGA Holdings Co. Ltd ou de suas afiliadas. Todos os direitos reservados. A SEGA esta registada no Instituto de Patentes e Marcas dos EUA. Todas as outras marcas comerciais, logotipos e direitos de autor sao propriedade dos respectivos proprietarios. SEGA jogos de video para PlayStation3 sistema de entretenimento do computador, PS Vita Sistema, PlayStation Network, PSP (PlayStationPortable) sistema, PC, PC Download, Xbox 360, Xbox LIVE, Kinect para Xbox 360, iPhone iPod touch, iPad, Andorid, Apple Mac, Apple Mac Download, Nintendo DS, Nintendo 3DS, Wii U, Wii e WiiWare. Nintendo sao marcas comerciais da Nintendo. 2015 Nintendo. 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Uma vez que esse sistema mundial manteve algumas de suas principais caracteristicas ao longo de varios seculos, a globalizacao nao constitui um fenomeno novo. Na virada do seculo XXI, a economia mundial capitalista esta em crise, de acordo com o principal proponente das teorias, a atual celebracao ideologica da assim chamada globalizacao e, na realidade, a cancao de cisne do nosso sistema historico (I. Wallerstein, Utopistics, 1998: 32). O sistema mundial moderno surgiu por volta de 1500. Em algumas partes da Europa Ocidental, uma crise de feudalismo de longo prazo deu lugar a inovacao tecnologica e ao surgimento de instituicoes de mercado. Os avancos na producao e os incentivos ao comercio de longa distancia estimularam os europeus a chegarem a outras partes do globo. A forca militar superior e os meios de transporte permitiram estabelecer lacos economicos com outras regioes que favoreceram a acumulacao de riqueza no nucleo europeu. Durante o longo seculo XVI, os europeus estabeleceram assim uma divisao de trabalho ocupacional e geografica em que a producao intensiva em capital era reservada aos paises centrais, enquanto as areas perifericas proporcionavam mao-de-obra e materias-primas pouco qualificadas. A relacao desigual entre o nucleo europeu e a periferia nao europeia gerou inevitavelmente um desenvolvimento desigual. Algumas regioes na semiperiferia moderaram esta desigualdade servindo como um tampao. Os Estados tambem desempenharam um papel crucial na manutencao da estrutura hierarquica, uma vez que eles ajudaram a direcionar os lucros para os produtores de monopolio no nucleo e protegeram a economia capitalista em geral (por exemplo, reforcando os direitos de propriedade e guardando as rotas comerciais). Em determinado momento, um estado em particular poderia ter influencia hegemonica como lider tecnologico e militar, mas nenhum Estado poderia dominar o sistema: e uma economia mundial em que os Estados sao obrigados a competir. Enquanto os europeus comecaram com apenas pequenas vantagens, eles exploraram estes para remodelar o mundo em sua imagem capitalista. O mundo como um todo e agora dedicado a acumulacao interminavel e busca de lucro com base no intercambio em um mercado que trata mercadorias e trabalho como mercadorias. No seculo XX, o sistema-mundo atingiu seu limite geografico com a extensao dos mercados capitalistas e do sistema estatal a todas as regioes. Tambem testemunhou o surgimento dos Estados Unidos como um poder hegemonico - que tem visto sua relativa forca economica e politica diminuida desde os ultimos anos da Guerra Fria. Novos estados independentes e regimes comunistas desafiaram o controle central ao longo do seculo, e alguns paises anteriormente perifericos melhoraram seu status economico, mas nada disso abalou as premissas de um sistema que de fato estava ficando mais polarizado economicamente. A ideologia do liberalismo orientado para a reforma do seculo XIX, que sustentava a esperanca de igualdade de direitos individuais e de progresso economico para todos dentro dos estados, tornou-se dominante na vigesima, mas perdeu a influencia depois de 1968. Tais desenvolvimentos do seculo XX marcaram o que Wallerstein Chama um periodo de transicao. Novas crises de contracao ja nao pode ser resolvido atraves da exploracao de novos mercados declinio economico vai estimular a luta nos desafios fundamentais para dominar o nucleo vai reunir forca na ausencia de um forte poder hegemonico e uma polarizacao globalmente aceita ideologia vai empurrar o sistema para o ponto de ruptura . Embora essa transicao caotica possa nao produzir um mundo mais igualitario e democratico, isso significa o fim da globalizacao capitalista. Definicao. Um sistema-mundo e qualquer sistema social historico de partes interdependentes que formam uma estrutura limitada e operam de acordo com regras distintas, ou uma unidade com uma unica divisao do trabalho e sistemas culturais multiplos (1974a: 390). Destacam-se tres casos concretos: mini-sistemas, imperios mundiais e economias mundiais. O sistema-mundo moderno e uma economia-mundo: e maior do que qualquer unidade politica juridicamente definida eo vinculo basico entre suas partes e economico (1974b: 15). E uma economia-mundo capitalista porque a acumulacao de capital privado, atraves da exploracao na producao e venda para fins lucrativos em um mercado, e a sua forca motriz e um sistema que opera sobre o primado da acumulacao interminavel de capital atraves da eventual mercantilizacao do capital Tudo (1998: 10). Caracteristica chave . A economia mundial capitalista nao tem um centro politico unico: tem sido capaz de florescer precisamente porque tem tido dentro de seus limites nao uma, mas uma multiplicidade de sistemas politicos, que deu aos capitalistas uma liberdade de manobra que e estruturalmente baseada e tornou possivel A expansao constante do sistema-mundo (1974b: 348). Origem. O sistema-mundo moderno tem sua origem na economia mundial europeia, criada no final do seculo XV e inicio do seculo XVI (1974b: 15), mas consolidada somente em sua forma atual em meados do seculo XVII (1974a: 401). A crise do feudalismo criou forte motivacao para buscar novos mercados e recursos a tecnologia deu aos europeus uma base solida para a exploracao (1974b: 39). Partes da Europa Ocidental exploraram inicialmente pequenas diferencas, atraves da especializacao em atividades centrais para o comercio mundial, para uma grande vantagem final (1974b: 98). Estrutura. O sistema consiste em uma unica divisao do trabalho dentro de um mercado mundial, mas contem muitos estados e culturas. O trabalho e dividido entre partes funcionalmente definidas e geograficamente distintas dispostas em uma hierarquia de tarefas ocupacionais (1974b: 349-50). Os Estados centrais concentram-se em uma producao de maior qualificacao e capital intensivo, sao militarmente fortes, eles apropriam grande parte do excedente de toda a economia mundial (1974a: 401). As areas perifericas concentram-se na producao e extracao de materias-primas de baixa qualificacao, trabalho intensivo e estados fracos. As areas semiperifericas sao menos dependentes do nucleo do que as perifericas, pois tem economias mais diversificadas e estados mais fortes. Nos primeiros seculos de desenvolvimento do sistema mundial, a Europa Noroeste constituiu o nucleo, a Europa Mediterranica a semiperiferia, ea Europa Oriental e o hemisferio ocidental (e partes da Asia) a periferia (1974a: 400-1). No final do seculo XX, o nucleo compreendeu os paises industrializados ricos, incluindo o Japao, a semiperiferia incluiu muitos estados longamente independentes fora do Ocidente pobre, as colonias recentemente independentes constituiram principalmente a periferia. Estados fortes em areas centrais - isto e. Aqueles que sao militarmente fortes em relacao a outros e tambem nao dependem de nenhum grupo dentro do Estado (1974b: 355) - servem os interesses de classes economicamente poderosas, absorvem perdas economicas e ajudam a manter a dependencia de areas perifericas. As areas semiperifericas sao um elemento estrutural necessario no sistema, porque elas desviam parcialmente as pressoes politicas que os grupos localizados principalmente em areas perifericas poderiam de outra forma dirigir contra os estados centrais (1974b: 349-50), evitando assim a oposicao unificada. A ideologia compartilhada solidifica o compromisso dos grupos governantes com o sistema de acreditar nos mitos dos sistemas e sente que seu proprio bem-estar esta envolvido na sobrevivencia do sistema como tal (1974a: 404). No entanto, os estratos mais baixos nao precisam sentir nenhuma lealdade particular, mas tendem a se incorporar as culturas unificadas nacionalmente criadas pelos grupos dominantes, comecando nos estados centrais (1974b: 349). Uma ideologia para o sistema como um todo so se desenvolveu mais tarde: A ideologia do liberalismo tem sido a geocultura global desde meados do seculo XIX (1998: 47). Diferentes formas de trabalho e controle do trabalho se adequam a diferentes tipos de producao, distribuidos pelas tres principais zonas historicamente, incluindo trabalho assalariado, lavradores, servidao e escravidao (1974b: 86-7). O status e as recompensas combinam com a hierarquia das tarefas: grosseiramente, aqueles que criam mao-de-obra sustentam aqueles que cultivam alimentos que sustentam aqueles que cultivam outras materias-primas que sustentam os envolvidos na producao industrial (1974b: 86). Expansao com base na vantagem europeia e caracteristicas estruturais do sistema. No periodo 1733-1817, a economia mundial europeia comecou a incorporar vastas novas zonas na divisao efetiva do trabalho que englobava (1989: 129) - ou seja, o subcontinente indiano, o imperio otomano, o imperio russo e a Africa Ocidental. O sistema-mundo moderno tornou-se geograficamente global somente na segunda metade do seculo XIX, e foi somente na segunda metade do seculo XX que os cantos internos e regioes mais remotas do globo foram todos efetivamente integrados (1998: 9). Como resultado, a maioria dos bens sao mercadorias de mercado e a maior parte do trabalho e trabalho assalariado em todos os lugares. As crises ciclicas que ocorrem quando, apos periodos de inovacao e expansao, reduzem as taxas de lucro e o esgotamento dos mercados, levam a recessao e a estagnacao, seguidas por um novo periodo de acumulacao. Estes sao refletidos em ondas multi-decada de taxas de crescimento crescente ou decrescente. Mudancas de dominio de um poder para outro devido aos avancos na produtividade, a fragilidade do monopolio e ao sucesso na guerra (cf. A Holanda era uma hegemonia em meados do seculo XVII, o Reino Unido em meados do seculo XIX, os EUA em meados do seculo XX (1995: 25). Periodos de lideranca clara alternam com luta no nucleo. Resistencia por movimentos antisistemicos que podem levar a mudancas de regime, mudancas ideologicas e alternativas ao sistema. A forca antisistemica mais notavel dos ultimos dois seculos foi o socialismo, que forcou os Estados centrais a redistribuir a riqueza e apoiou a formacao de Estados que desafiam a economia mundial capitalista. Transicao de um tipo de sistema para outro devido a contradicoes que nao podem ser contidas. A economia mundial capitalista e uma configuracao historica e, portanto, destinada a ser superada. Crises mais intensas em um sistema agora totalmente global que e menos capaz de enfrentar essas crises com os meios tradicionais levara a transformacao. Nos entramos na crise deste sistema. Uma transicao historica (1998: 32-3). Mas a direccao do sistema nao e clara: estamos face a face com a incerteza (2000: 6). A principal razao e que a economia mundial esta em uma fase de recessao e estagnacao, cada vez mais refletida na agitacao social (1995: 19, 29). Limitacoes estruturais ao processo de acumulacao interminavel de capital que governa nosso mundo existente. Estao vindo a tona atualmente como um freio no funcionamento do sistema. Eles estao criando uma situacao estruturalmente caotica. Uma nova ordem emergira desse caos ao longo de um periodo de cinquenta anos (1998: 89-90). A hegemonia dos EUA tem estado em declinio desde cerca de 1970 (1995: 15ss.), Aumentando a probabilidade de luta no nucleo. As antigas forcas anti-sistemicas estao exauridas, mas tambem o liberalismo. De fato, o verdadeiro significado do colapso dos comunismos e o colapso final do liberalismo como ideologia hegemonica. Sem alguma crenca em sua promessa, nao pode haver legitimidade duradoura para o sistema-mundo capitalista (1995: 242). Mas nenhuma luta atual contra as desigualdades do capitalismo representa um desafio ideologico fundamental (1995: 245). I. Wallerstein. 1974a. A Ascensao e Futura Demencia do Sistema do Capitalismo Mundial: Conceitos para Analise Comparativa. Estudos Comparativos em Sociedade e Historia 16: 387-415. -. 1974b. O sistema mundial moderno: a agricultura capitalista e as origens da economia mundial europeia no seculo XVI. Nova York: Academic Press. . 1989. O Mundo-Sistema Moderno III: A Segunda Era da Grande Expansao da Economia-Mundo Capitalista, 1730-1840s. Nova York: Academic Press. . 1995. Depois do liberalismo. Nova York: A Nova Imprensa. . 1998. Utopistica: Ou, Escolhas Historicas do Seculo XXI. Nova York: A Nova Imprensa. . 2000. O Twentieth Century: Darkness at Noon Discurso de apresentacao, conferencia PEWS, Boston.